Redes sociais: alternativa às marcas em meio ao confinamento
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Redes sociais: alternativa às marcas em meio ao confinamento
Por Cláudio Garcia
Redes sociais: alternativa às marcas em meio ao confinamento

A pandemia do coronavírus mudou a rotina das pessoas em todo o mundo e no Brasil não é diferente. O confinamento mudou hábitos de consumo de mídia e entretenimento. Consequentemente, as marcas precisam adaptar suas mensagens aos canais mais importantes e, nesse contexto, as redes sociais ganham destaque.

Estamos estimulando um pensamento em conjunto com nossos clientes sobre estratégias e planos de ação para ampliar a presença nas plataformas do ambiente digital. A hora é agora.

Entretanto, muitos empreendedores e gestores de marketing possuem dúvidas sobre as características de cada plataforma de rede social e de como utilizá-las da melhor maneira.

Uma recente pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo eMarketer, com usuários acima de 15 anos, deixa muito claro o que as pessoas buscam em cada plataforma. Os resultados espelham uma realidade presente também no Brasil, excetuando o WhatsApp, que ainda apresenta um ambiente nebuloso devido a um conjunto significativo de pessoas que buscam ou disseminam notícias de forma mais intensa por aqui, em muitos casos, com intenções obscuras.

Confira a seguir um breve cenário de cada rede social:

YouTube – Corroborando a força cada vez maior dos conteúdos audiovisuais, o YouTube assumiu a liderança no Brasil em número de usuários ativos em 2019, tirando do Facebook a coroa ostentada há anos. A principal rede de vídeos do mundo conta com a audiência de 95% dos internautas brasileiros. Em essência, as pessoas buscam entretenimento nessa rede. Em seguida, assistem notícias e o terceiro conteúdo acessado é o das marcas. Oportunidade de engajamento para os gestores de marketing.

Facebook – Embora tenha perdido o trono no Brasil, continua sendo a maior rede social do mundo. Seus usuários têm como principal objetivo manter contato com amigos e familiares. Em segundo plano, as pessoas procuram entretenimento e, depois, notícias. Esse movimento vai ao encontro da meta da empresa de Mark Zuckerberg, que, nos últimos dois anos, fez várias mudanças nos algoritmos, para que a timeline tivesse maior foco no relacionamento entre as pessoas.

WhatsApp – Um levantamento elaborado no ano passado pelo Hootsuite e pela We Are Social mostra que cerca de 90% dos brasileiros utilizam o WhatsApp e, no mundo, já são 1,5 bilhão de pessoas. Nos Estados Unidos, os usuários buscam, primordialmente, manter contato com amigos e familiares. O entretenimento é a segunda opção e, na sequência, vem o fortalecimento de network. No Brasil, a linha é semelhante, mas, aqui, o componente do conteúdo noticioso é potencializado. Um grande volume de pessoas se informa por meio do WhatsApp e, infelizmente, muitas não seguem os cuidados mais adequados com as informações que consomem ou compartilham.

Instagram – A rede voltada aos smartphones tem crescido exponencialmente em penetração e, mais ainda no engajamento, sendo citada por um número expressivo de brasileiros como sua plataforma preferida. Prioritariamente, as pessoas buscam, manter contato com as pessoas mais próximas e entretenimento. Porém, a interação com marcas já é a terceira atividade mais recorrente na rede social. E os formatos de post, com destaque para os stories, oferecem possibilidades interessantes para o marketing. A possibilidade de realizar enquetes e trabalhar com recursos como vídeos e GIFs, aproximam marcas e seus públicos com abordagem mais humanizada. As inovações do Instagram nos formatos de conteúdo abrem campo fértil para atuação das empresas.

Twitter – Embora esteja em declínio já há alguns anos, o Brasil detém a segunda maior base de usuários do mundo, com quase 28 milhões de contas ativas. A plataforma é buscada como referência de entretenimento e de notícias, impulsionada também pelo uso de políticos. Para os veículos de mídia, funciona como segunda tela e, no caso das marcas, pode ser um canal ainda interessante para geração de leads e vendas.

LinkedIn – A rede social corporativa mais importante do mundo tem cerca de 30 milhões de usuários no Brasil. Segundo a pesquisa do eMarketer, ficam claros os dois objetivos principais dos usuários: fortalecer network e a interação com marcas. Essa plataforma deve estar no radar de todas as empresas, principalmente as do segmento B2B. Trata-se de um campo indispensável para posicionar marcas, trabalhar bandeiras e propósito da empresa, bem como para o Marketing.

O momento de se fazer presente no ambiente digital é mais favorável do que nunca. Se sua empresa já tem uma atuação estruturada, pode ser útil rever diretrizes e testar novos caminhos. A hora de experimentar é agora e sua audiência está lá, pronta para interagir com sua marca.

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